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  • Siga aquele link –> Milhares de lojas fecham nos EUA

    Siga aquele link –> Milhares de lojas fecham nos EUA

    Nesta matéria da Forbes, escrita por Barbara Thau, encontramos uma lista de 10 grandes redes de lojas norte-americanas que estão fechando centenas de lojas de varejo. Antes de decretar o apocalipse do mercado físico de moda, é bom considerar alguns dos problemas enfrentados pelas empresas, e quais as estratégias em que estão apostando para sair do buraco. A dificuldade de enfrentar a concorrência da gigante Amazon é uma peça-chave na equação, mas a necessidade melhorar a experiência de compra na loja, ter produtos relevantes e oferecer outros serviços, além da moda, também são itens importantes.

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  • Siga aquele link –> Feminismo, moda e política

    Siga aquele link –> Feminismo, moda e política

     

    Homem com olhar reprovador observa duas jovens de minissaia em Nice, França, nos anos 60. Foto: AFP / Getty Images, Staaf

     

    Em tempos de feminismo em alta, com a Greve Internacional de Mulheres —que aconteceu no dia 8 de março, com o intuito de combater a misoginia, xenofobia, lesbofobia, bifobia, transfobia e racismo, que proliferam no mundo todo– vem bem a calhar a matéria do jornal El País sobre a exposição Tenue Correcte Exigée, Quand le Vetement Fait Scandale (Traje Correto Exigido, Quando a Vestimenta Provoca Escândalo, em tradução livre), que pode ser vista em Paris até 23 de abril, no Museu de Artes Decorativas. A mostra traça um panorama de como as vestimentas podem ser transgressoras ao longo do tempo, do burkini à minissaia. Siga o link –>

  • Fashion Sunsets do IED São Paulo

    Fashion Sunsets do IED São Paulo

    Num agradável sábado ensolarado, no início de julho (2/7/2016), fui até o IED São Paulo conferir o o Fashion Sunsets, evento que faz parte da comemoração de 50 anos do Instituto Europeo di Design, e de 10 anos da filial paulistana.

    O evento teve palestras, ação solidária, lançamento de livro, gastronomia e oficinas criativas, e tudo gratuito e aberto ao público em geral, na sede da faculdade, em Higienópolis, São Paulo. Uma delícia! Além disso, o estilista Ronaldo Fraga foi homenageado com o Prêmio Ícone da Moda, criado pelo IED para celebrar a obra dos principais protagonistas da indústria fashion. Atualmente em sua quinta edição, a premiação já foi entregue a Elio Fiorucci, Costanza Pascolato, Amir Slama e Jum Nakao.

    Encontrar Ronaldo Fraga é sempre uma alegria. Em seu discurso de agradecimento, generosamente, dedicou o prêmio a Ney Galvão, estilista brasileiro pouco conhecido por quem não viveu os anos 80, quando ele participava do programa TV Mulher, da Rede Globo, dando dicas de moda para as telespectadoras. O programa, aliás, acaba de ser relançado pelo canal VIVA, com Marília Gabriela como apresentadora e os colaboradores: Fernanda Young, Flávia Oliveira, Gabriela Manssur, Ivan Martins, Regina Navarro Lins e Ronaldo Fraga.

    Mas o motivo principal deste post é falar sobre alguns dos jovens talentos, alunos ou ex-alunos do IED, que estavam expondo e vendendo seus trabalhos na Feira de Talentos durante o Fashion Sunsets. A qualidade dos trabalhos apresentados demonstra claramente que a escola está formando profissionais capacitados para o mercado de moda e design. Confira abaixo! Clique nas imagens para ver em tamanho maior.

    Leggieri Design Stefano Leggieri reutiliza madeiras nobres para criar acessórios atemporais com visual clean.

     

    Milene Nelson A designer utiliza neoprene colorido, cortado a laser, para fazer bijuterias e porta copos que são leves e divertidos.

     

    Diego Saraiva de Souzapeças antigas, memórias, tubos de vidro e mecanismos de relógio se transformam em joias raras e altamente pessoais.

     

     

    Débora Parisotto –  O acrílico é a matéria-prima dessas bijus articuladas que exibem padronagens geométricas.

     

     

     

     

  • Burberry e Tom Ford aderem ao super fast fashion

    Burberry e Tom Ford aderem ao super fast fashion

    Burberry

    A Burberry anunciou, nesta quinta-feira (05/02/2016), uma mudança radical no seu modelo de operação comercial.

    À partir de setembro, a marca fará apenas duas apresentações anuais, em setembro e fevereiro, na London Fashion Week, reunindo as linhas feminina e masculina, e as pré-coleções. E mais: as peças desfiladas estarão disponíveis imediatamente para venda ao consumidor, nas lojas físicas e virtuais.

    De acordo com Christopher Bailey, diretor criativo da marca, “a ideia é estreitar a conexão entre a experiência dos desfiles e o momento em que as pessoas exploram a coleção nas lojas”. 

    A decisão da grande marca de luxo britânica não chega a surpreender pois a questão da necessidade de ajustes no calendário da moda tem gerado comentários, rumores e discussões há algum tempo, no mercado.

    Afinal, vivemos na era do imediatismo da internet. O consumidor tem acesso instantâneo à informação de moda e quer satisfazer o desejo de consumo no ato, sem esperar meses pela chegada das roupas às lojas.

    Horas depois do anúncio da Burberry sobre a nova estratégia, Tom Ford divulgou uma nota à imprensa cancelando o desfile que faria agora em fevereiro na semana de moda novaiorquina, e afirmando que voltará ao evento em setembro, com as coleções masculina e feminina, ambas com venda imediata.

    É possível outras grandes marcas queiram seguir por este caminho, mas há algumas questões importantes a se discutir:

    • Como fica a agenda comercial entre a marca e os compradores de atacado que precisam encomendar as peças com antecedência?
    • O que acontecerá com as semanas de moda masculina que acontecem atualmente em Paris, Milão, Londres e Nova York, se as grifes decidirem lançar  as coleções para homens e mulheres ao mesmo tempo?
    • Num momento em que se questiona a diferenciação de gênero, há sentido em desfilar as linhas masculina e feminina em separado?

    UPDATE: outras questões surgiram depois que amigos comentaram sobre este assunto:

    • O que acontecerá com a cadeia de fast fashion? Irá tomar red bull, criar asas e copiar tudo instantaneamente?
    • A cobertura das semanas de moda feita por revistas impressas perde totalmente o sentido. As revistas impressas, aliás, estão à beira do abismo há algum tempo já. Me pergunto quando, e se, elas irão conseguir fazer a transição para o 100% digital.
    • E as marcas que participam da SPFW, vão seguir a tendência internacional e disponibilizar as coleções logo após os desfiles? À partir de quando?

    Alguns links de matérias que falam sobre o assunto:

    Business of Fashion

    WGSN Insider

    FFW

  • O figurino de Quase Famosos

    O figurino de Quase Famosos

    Um presente para quem pretende seguir a carreira de figurinista, ou simplesmente gosta de cinema, figurino e rock’n’roll:  a figurinista Betsy Heimann conta, numa matéria da Dazed, tudo sobre a criação dos looks dos personagens de Quase Famosos (Almost Famous, dirigido por Cameron Crowe, 2000), um dos filmes mais legais já feitos sobre bandas de rock.

    Almost-Famous-Penny-Lane

    Sobre Penny Lane. personagem vivida por Kate Hudson, Betsy Heimann explica:

    Sabíamos que Penny Lane tinha que ter um casaco. Não havia nenhuma referência de imagem, eu apenas senti que ela era tão vulnerável por dentro, e tão forte por fora, que este casaco seria sua armadura. Ela poderia envolver-se nele e não importa quão pra baixo ou insegura estivesse se sentindo, ela o colocaria e se tornaria Penny Lane. Seria sua proteção.

    William (Patrick Fugit) em Quase Famosos. Foto de Neal Preston
    William (Patrick Fugit) em Quase Famosos. Foto de Neal Preston

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