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  • Siga aquele link –> Revista Limbo

    Siga aquele link –> Revista Limbo

    Jornalista, escritor, docente e rebelde das melhores causas, Jorge Rocha é o nome forte por trás da revista literária Limbo, disponível na plataforma Medium.

    Suculenta e variada, para alimentar o cérebro dos descontentes, a esta terceira edição traz textos de Marcelo Mirisola, Mariana Basílio, Germano Quaresma, Clarissa Macedo, Ellen Maria Vasconcellos, Ana Farrah Baunilha, Maurício Angelo, Roger Franchini e Robisson Albuquerque, além de uma entrevista com Luiz Biajoni.

    No editorial Vox Porculi 3, Jorge Rocha, dá o tom :

    Literatura é confronto, é desmantelo, é redemoinho de saci triscando a pasmaceira. Menos que isso, é polvilho antisséptico. Essa é a serventia da literatura. A serventia primordial, o eppur se muove essencial, o solve et coagula indispensável. Já pensaram em engarrafar e vender? Já. Todos nós sabemos. Mas não é essa a nossa intenção aqui.  (…)

    Travamos contato aqui com prosadores, romancistas e poetas de monta. Todos eles — “nós”, corrige #porcumano, enquanto coloca em prática a ideia de estranhamento defendida nesse editorial (ainda não sacou a foto?) — , todos nós sabemos que o mercado editorial dos grandes ainda se faz de cego, surdo, mudo e apoplético. Todos nós sabemos das cartas marcadas, dos conchavos, dos grupinhos, dos nhenhenhéns. E ainda sobrevivemos, ainda acreditamos em um estranhamento que não esmorece.

    Essa revista apoia e é movida a isso: estremecimentos, rachaduras, fissuras, rasgões. Não espere algo diferente disso, tanto nos textos quanto nas imagens da vez.

    Siga o LINK, garanto que vale a pena –>

    Foto de Lidyane Ponciano para a Revista Limbo 3
    Foto de Lidyane Ponciano para a Revista Limbo 3

     

  • Siga aquele link –> Museu da Empatia em Londres

    Siga aquele link –> Museu da Empatia em Londres

    Museu da Empatia, foto de Philippe Ladvocat
    Museu da Empatia, foto de Philippe Ladvocat

     

    Nestes tempos de discórdia e intolerância, em que qualquer diferença é capaz de trazer à tona o pior das pessoas, a inauguração do Museu da Empatia, em Londres, parece uma dádiva, um bálsamo com o potencial de aplacar preconceitos e egocentrismos.

    Lá, é possível se colocar no lugar de outra pessoa e conhecer um pouco do seu mundo. Como? Para saber, siga o LINK –>

    [Dica da Ana Mangeon]

  • Siga aquele link –> Jantando com Henry Miller

    Siga aquele link –> Jantando com Henry Miller

    Retrato do escritor norte-americano Henry Miller (1891 - 1980), 1950s. (Photo by Hulton Archive/Getty Images)
    Retrato do escritor norte-americano Henry Miller (1891 – 1980). Foto de Hulton Archive/Getty Images

    Fãs do escritor Henry Miller, como eu, vão adorar este vídeo em que ele janta com a atriz e musa Brenda Venus, conta histórias deliciosas: sobre sua admiração pelo escritor suíço Blaise Cendrars, prostitutas francesas, Marcel Proust e D.H. Laurence.

    Apesar da imagem precária do vídeo, é uma dávida poder compartilhar esse pequeno documentário, feito em 1979. Aos 88 anos, Henry Miller ainda demonstrava enorme carisma, joie de vivre e senso de humor. E que contador de histórias!

    Divirtam-se!

  • Siga aquele link –> Hegel e a dialética do Facebook

    Siga aquele link –> Hegel e a dialética do Facebook

    Medium_hegel

    Recebi hoje, na newsletter do Medium,  um texto do escritor e livreiro Valter Nascimento que merece ser compartilhado, pois faz uma relação muito interessante entre o filósofo alemão Hegel, as redes sociais e o uso que fazemos delas.

    À partir da parábola do Senhor e do Escravo que está no livro de Hegel A Fenomenologia do Espírito e que o autor resume de forma simplificada, questiona-se qual nossa posição nessa dinâmica/dialética.

    Do que ou de quem somos escravos? Da mídia? Do sexo? Do vício? Da Internet? No mundo das redes sociais somos o Senhor que dita o que a máquina vai fazer ou o Escravo que faz o que a máquina mandar?

    Mas se ninguém é obrigado a ter um perfil social na internet, como se dá essa escravidão virtual? Para responder a isso, Nascimento invoca outro filósofo alemão, Axel Honneth —um dos grandes nomes da Escola de Frankfurt. “Foi ele quem melhor explicou os conceitos de rede social quando o termo se referia apenas a uma rede pessoas ‘reais’ interagindo no mundo ‘real’”.

    Para Honneth, a vida social baseia-se no reconhecimento. Vivemos para ver, atravéz dos nossos semelhantes, o nosso valor. Há muitas formas de ser “reconhecido” socialmente, mas quando falamos de Honneth três tipos são primordiais. O reconhecimento pelo amor, pelo direito e pela solidariedade. Não por acaso as redes sociais apoderaram-se destes três conceitos de modo quase imperialista.

    Leia o texto na íntegra, vale a pena! Siga o LINK –>

     

  • O Instagram em desfile

    O Instagram em desfile

    A fotografia, para mim, sempre foi uma paixão paralela à moda, e durante a temporada de Verão 2013 do Fashion Rio e do SPFW, cliquei alguns desfiles com celular, usando os aplicativos LemeCam e Hipstamatic. As imagens foram postadas no meu antigo perfil do Instagram, @bitinic –deletado numa crise de raiva com as questões de privacidade do Insta.

    O resultado, você confere abaixo. Clique nas imagens para ampliar.

    Fotos: Biti Averbach